Folhas publicadas

sexta-feira, 11 de março de 2011

Carnaval, carnaval, carnaval.

Ainda colho as cinzas do meu primeiro Carnaval fora de casa. Cinzas boas.
Mas a gente geralmente transforma em cinzas aquilo que queremos esquecer, aquilo que queimamos. Correto?
Não!
Cinzas do meu Carnaval é a saudade que fica. De tudo o que eu vi, ouvi, vivi, conheci. De todas as pessoas que estiveram comigo, das chateações que são válidas, dos flertes que não deram em nada. Das ladeiras, dos blocos, dos Frevos, da sombrinha Lívia, dos Shows, das aventuras que foram muitas.

Voltei!


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